Acabo de sair do Pronto Socorro da Santa Casa, estive lá com meu filho (quem me acompanha sabe que meu filho de cinco anos tem asma) Mais uma vez ele estava em uma daquelas crises brabas e eu como mais uma dependente do Sistema público de saúde fui com minha mãe levá-lo a um hospital. Como sempre no primeiro hospital , o Universitário, não haviam pediatras atendendo e só houve pediatra na Santa Casa, esperamos um bom tempo e nesse meio tempo aconteceu um fato que me chocou.
A ambulância do Samu entrou e percebi um tumulto enorme, porque as pessoas se levantaram de suas cadeiras para verem o que estava ocorrendo, percebi que a enfermeira do Samu, acho que é assim que denominamos o cargo dessas pessoas, estava correndo em sua busca frenética em salvar a vida daquele rapaz..Percebi que o paciente era grave e preferi não me levantar para ver seu rosto, tive medo da cena que viria a seguir.Ouvi o atendente gritando: _Um familiar de Douglas por favor! Me levantei e ouvi alguém dizer que o paciente que entrarahavia morrido.Passado pouco mais de 5 minutos vi uma mulher loura entrar e logo saiu aos prantos chorando e gritando, não ude me conter e fui até lá para tentar confortá-la, o Douglas era sobrinho dessa moça, e foi mais uma vítima do tráfico. Não pude me afastar daquela mulher, e fui com ela até o necrotério,o rapaz estava bem feio, com muito sangue no rosto.Posso dizer que o que mais me chocou não foi a cena do sangue e da morte. O que mais me doeu foi presenciar o sofrimento de mais uma família e perder um ente.
Pensemos minha gente, onde chegou nossa cidade? Onde estão as medidas de segurança pública? E as medidas preventivas?Nossas crianças estão a mercê da marginalidade!
Não posso deixar de lembrar que em campanha o senhor prefeito disse que isso mudaria, que a criação de uma secretária de segurança pública acabaria com o problema diminuindo os índices de criminalidade, mas o que vem acontecendo a cada ano é o aumento da criminalidade, dos assassinatos.
Ouço falando por aí que é bem-feito, pois os bandidos estçao matando entre si, não penso isso.Penso em cada mãe que sofre a morte de seus filhos, penso em cada familiar que chora seus mortos, levados cedo e brutalmente.Muitos entraram para essa vida por olhar em casa e não ter o que comer, esses que muitas vezes sção comprados por grandes traficantes, que exploram seu trabalho,ilicito, e tiram suas vidas sem piedade alguma.
Precisamos de políticas públicas que previnam esses acontecimentos, projetos que afastem nossas crianças do tráfico, que afastem nossos jovens da marginalidade,dando-os uma sgunda opostunidade na vida.
A ambulância do Samu entrou e percebi um tumulto enorme, porque as pessoas se levantaram de suas cadeiras para verem o que estava ocorrendo, percebi que a enfermeira do Samu, acho que é assim que denominamos o cargo dessas pessoas, estava correndo em sua busca frenética em salvar a vida daquele rapaz..Percebi que o paciente era grave e preferi não me levantar para ver seu rosto, tive medo da cena que viria a seguir.Ouvi o atendente gritando: _Um familiar de Douglas por favor! Me levantei e ouvi alguém dizer que o paciente que entrarahavia morrido.Passado pouco mais de 5 minutos vi uma mulher loura entrar e logo saiu aos prantos chorando e gritando, não ude me conter e fui até lá para tentar confortá-la, o Douglas era sobrinho dessa moça, e foi mais uma vítima do tráfico. Não pude me afastar daquela mulher, e fui com ela até o necrotério,o rapaz estava bem feio, com muito sangue no rosto.Posso dizer que o que mais me chocou não foi a cena do sangue e da morte. O que mais me doeu foi presenciar o sofrimento de mais uma família e perder um ente.
Pensemos minha gente, onde chegou nossa cidade? Onde estão as medidas de segurança pública? E as medidas preventivas?Nossas crianças estão a mercê da marginalidade!
Não posso deixar de lembrar que em campanha o senhor prefeito disse que isso mudaria, que a criação de uma secretária de segurança pública acabaria com o problema diminuindo os índices de criminalidade, mas o que vem acontecendo a cada ano é o aumento da criminalidade, dos assassinatos.
Ouço falando por aí que é bem-feito, pois os bandidos estçao matando entre si, não penso isso.Penso em cada mãe que sofre a morte de seus filhos, penso em cada familiar que chora seus mortos, levados cedo e brutalmente.Muitos entraram para essa vida por olhar em casa e não ter o que comer, esses que muitas vezes sção comprados por grandes traficantes, que exploram seu trabalho,ilicito, e tiram suas vidas sem piedade alguma.
Precisamos de políticas públicas que previnam esses acontecimentos, projetos que afastem nossas crianças do tráfico, que afastem nossos jovens da marginalidade,dando-os uma sgunda opostunidade na vida.

